A pele é o maior órgão do corpo humano e a Dermatologia é a especialidade médica que se dedica exclusivamente ao estudo para diagnóstico, prevenção e tratamento de todas as condições que atingem a pele e seus anexos.

PRINCIPAIS
PATOLOGIAS

Acne

A acne é uma doença inflamatória das glândulas sebáceas, muito comum na adolescência por influência dos hormônios sexuais, que começam a ser produzidos na puberdade. É uma condição porém, que pode persistir na idade adulta, principalmente em mulheres e ser desencadeada pelo uso de medicamentos, contato com certos cosméticos, exposição exagerada ao sol, dieta rica em carboidratos simples e outros.

Está ultrapassada a ideia de que não se deve tratá-la por ser considerada “própria da idade”, “de desaparecimento espontâneo com o tempo”. Seu controle é recomendável não só por preservar a saúde da pele e a saúde psíquica, além de prevenir cicatrizes, tão difíceis de corrigir na idade adulta.

Há opções tanto de terapia local, quanto por via oral, ou a combinação de ambas. O tratamento vai variar de acordo com a gravidade e a localização, e em função de características individuais de cada paciente. Além de uma rotina específica, pode ser feito uso de antibioticoterapia oral por período máximo de 3 meses. Quando não há uma boa resposta aos tratamentos e se percebe uma tendência para cicatrizes, deve ser indicada, o mais precocemente possível e desde que não existam contraindicações, a isotretinoína oral, mesmo em casos moderados.

A limpeza de pele, quando bem indicada pelo dermatologista, e bem executada por esteticista treinado, pode ser um ótimo complemento do tratamento de algumas formas de acne. Observação: nunca uma limpeza de pele feita por leigos pode ser considerada forma de tratamento.

Outros tratamentos em consultório podem ser de grande valia no tratamento da acne como peelings, luz de LED e lasers. Para tratamento de cicatrizes, a combinação de tratamentos, realizados em etapas é bem vinda: microagulhamento, laser, radiofrequência microagulhada, bioestimuladores, skinbooster e preenchimento podem ser indicados, além de técnicas cirúrgicas como a subcisão.

Câncer de pele

A doença é provocada pelo crescimento anormal e descontrolado de células que compõem a pele, podendo ser classificado em carcinomas basocelulares, carcinomas espinocelulares e melanoma.

Carcinoma basocelular (CBC): o mais prevalente dentre todos os tipos. Tem baixa letalidade e pode ser curado em caso de detecção precoce. Os CBCs surgem mais frequentemente em regiões expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas. Certas manifestações do CBC podem se assemelhar a lesões não cancerígenas, como eczema ou psoríase. Somente um médico especializado pode diagnosticar e prescrever a opção de tratamento mais indicada.

Carcinoma espinocelular (CEC): segundo mais prevalente dentre todos os tipos de câncer. Pode se desenvolver em todas as partes do corpo, embora seja mais comum nas áreas expostas ao sol, como orelhas, rosto, couro cabeludo, pescoço etc. A pele nessas regiões, normalmente, apresenta sinais de dano solar, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade. Eles podem ter aparência similar à das verrugas. Somente um médico especializado pode fazer o diagnóstico correto.

Melanoma: tipo menos frequente dentre todos os cânceres da pele, o melanoma tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade. Embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença. O melanoma, em geral, tem a aparência de uma pinta ou de um sinal na pele, em tons acastanhados ou enegrecidos. Porém, a “pinta” ou o “sinal”, em geral, mudam de cor, de formato ou de tamanho, e podem causar sangramento. Por isso, é importante observar a própria pele constantemente, e procurar imediatamente um dermatologista caso detecte qualquer lesão suspeita. Além disso, vale lembrar que uma lesão considerada “normal” para um leigo, pode ser suspeita para um médico.

Todos os casos de câncer da pele devem ser diagnosticados e tratados precocemente, inclusive os de baixa letalidade, que podem provocar lesões mutilantes ou desfigurantes em áreas expostas do corpo, causando sofrimento aos pacientes. Felizmente, há diversas opções terapêuticas para o tratamento do câncer da pele não-melanoma. A modalidade escolhida varia conforme o tipo e a extensão da doença, sendo fundamental o diagnóstico por biópsia (excisão da pele). A cirurgia excisional, curetagem e eletrodissecção, criocirurgia, terapia fotodinânmica, cirurgia micrográfica de Mohs, são possibilidades possíveis. Em relação ao tipo melanoma, a cirurgia com margens e a micrográfica é a opção terapêutica de escolha. Na maioria dos casos, o melanoma metastático não tem cura, por isso é importante detectar e tratar a doença o quanto antes.

Ceratoses

Na Dermatologia, diferentes condições se caracterizam por ceratoses.

Ceratose Actínica (ou queratose actínica): é uma lesão de pele considerada pré maligna por ter potencial de evolução para o carcinoma espinocelular e causada pela exposição crônica ao sol. Normalmente surge em áreas expostas como face, orelhas, couro cabeludo, colo, dorso das mãos e antebraços. Pessoas de pele clara e idosos são as mais suscetíveis de apresentar essas lesões que se caracterizam por áreas avermelhadas ou ligeiramente acastanhadas, com uma superfície áspera e queratósica. Devem sempre ser tratadas, sendo a avaliação do dermatologista fundamental para diagnóstico e decisão de modalidade terapêutica.

Ceratose Seborreica: é uma lesão benigna da pele, geralmente arredondada ou irregular, de coloração acastanhada, amarronzada ou negra, e de aspecto verrucoso. Aparece principalmente na face, pescoço e tronco e geralmente é de origem genética, aumentando com o passar das décadas. Caso se opte por tratar, a terapia pode ser feita com crioterapia, eletroterapia ou cauterização química com ácidos como o tricloroacético.

Ceratose Pilar (ou folicular): se caracteriza por pequenas pápulas avermelhadas ou esbranquiçadas, principalmente nos braços, pernas, nádegas e bochechas pelo acúmulo de queratina nos folículos pilosos. A pele fica com aspecto áspero e ressecado. Pode aparecer em qualquer tipo de pele, no entanto é mais comum em pacientes com dermatite atópica. O tratamento é realizado com hidratantes e ceratolíticos.

Dermatites

Na Dermatologia, diferentes condições se caracterizam por dermatites (eczemas).

Dermatite de contato: É uma reação inflamatória na pele decorrente da exposição a um agente capaz de causar irritação ou alergia. Existem dois tipos de dermatite de contato a irritativa e a alérgica. Diversas substâncias podem causar dermatite: plantas, metais, medicamentos tópicos e cosméticos, tecidos, detergentes e solventes, adesivos, cimento, óleos e tintas, fragrâncias, dentre outros. O diagnóstico pode ser esclarecido na consulta dermatológica e pelo teste alérgico de contato (patch-test). De acordo com a substância testada, pode ser sugerida a causa da dermatite de contato. O tratamento envolve retirada da substância irratativa ou alérgica e uso de medicamentos.

Dermatite atópica: Uma doença genética, crônica e onde a coceira e a pele seca são as principais características, já de surgimento na primeira infância. A dermatite atópica pode ser acompanhada de outras formas de atopia como asma, rinite ou conjuntivite. Aproximadamente 70 % das crianças que apresentam a doença na infância evoluem com remissão na adolescência, embora alguns casos recidivem na vida adulta. O tratamento envolve medidas de hábitos de vida, uso intensivo de hidratantes e medicações tópicas e orais.

Dermatite perioral: É uma doença que aparece na região da face, principalmente ao redor da boca e nariz, mas que pode evoluir para a área ao redor dos olhos. A doença é mais comum em mulheres na faixa entre 15 e 45 anos. A causa da doença não é bem definida, mas parece estar relacionada a disfunções da barreira epidérmica. Também há outros aspectos envolvidos como o uso indiscriminado de corticoides, cosméticos, maquiagem, alterações hormonais e uso de contraceptivos orais. O tratamento envolve medidas de cuidados diário, uso de medicamentos específicos e suspensão de corticoides, além da possibilidade de uso de antibióticos orais.

Dermatite seborreica: Também conhecida como caspa, a dermatite seborreica pode acometer não o couro cabeludo como também face, orelhas, pescoço e tronco anterior. É uma doença inflamatória que causa principalmente descamação e vermelhidão, com períodos de melhora e piora dos sintomas. A causa não é totalmente conhecida, pode ter origem genética ou ser desencadeada por agentes externos, como alergias, estresse emocional, baixa temperatura, álcool, medicamentos e excesso de oleosidade. O tratamento precoce das crises é importante e pode envolver uso de medicamentos específicos.

Escurecimento de axilas e virilhas

A hiperpigmentação da pele nas regiões das axilas e virilha é uma queixa frequente, devendo ser realizado o diagnóstico correto da condição que promove a mancha para um correto tratamento.

O quadro pode ser causado por vários fatores, sendo que os mais comuns são: resistência à insulina, especialmente induzida pela obesidade (acantose nigrans), outros distúrbios endócrinos e metabólicos, infecção bacteriana (eritrasma), uso de desodorantes e cremes inadequados, tipo de depilação, foliculite recorrente.

O tratamento pode ser realizado com ativos clareadores de uso tópico, realização de peelings e lasers no consultório. Em casos de hipercromia relacionadas aos pelos e métodos de depilação, vale a pena investir na depilação a laser, método que garante remoção de pelos de forma definitiva.

Herpes simples

O herpes simples é uma infecção viral comum, para a qual 99% da população adulta já adquiriu imunidade na infância e na adolescência. Ocorre pelo vírus herpesvírus tipo 1 e tipo 2. Geralmente, o tipo 1 determina infecção nos lábios e dentro da boca e o tipo 2, determina lesões nos genitais e pode ser adquirido por via sexual, porém não exclusivamente dessa forma. Surgem vesículas em arranjo de buquê muito doloridas, e pequenas feridas com crostas se formam em seguida, até completa resolução da lesão, sem cicatrizes. Em geral, as infecções duram entre 7 a 14 dias, devendo ser o tratamento orientado por médico dermatologista.

Hiperidrose

É uma condição que provoca suor excessivo, na qual os pacientes podem transpirar muito até mesmo em repouso, devido a suas glândulas hiperfuncionantes. A hiperidrose pode decorrer de diferentes causas, como fatores emocionais, hereditários ou doenças. Diferentes regiões do corpo podem ser acometidas: axilas, palmas das mãos, rosto, cabeça, plantas dos pés e virilha. Quando há transpiração extrema, esta pode ser embaraçosa, indutora de ansiedade e se tornar incapacitante. Pode perturbar todos os aspectos da vida de uma pessoa, desde a escolha da carreira e atividades recreativas até relacionamentos, bem-estar emocional e autoimagem.

É preciso determinar a causa da condição, diagnosticando alguma doença ou uso de medicação. Existem alguns tratamentos disponíveis como os que seguem

Antitranspirantes: sudorese excessiva pode ser controlada com fortes antitranspirantes. Atenção a irritação e ressecamento da pele, que podem favorecer dermatites.

Medicamentos: drogas anticolinérgicas ajudam a impedir a estimulação das glândulas sudoríparas, mas, embora eficazes para alguns pacientes, são pouco receitadas. Os efeitos colaterais incluem boca seca, tonturas e problemas com a micção.

Toxina botulínica tipo A: toxina botulínica pode ser aplicada nas axilas, nas mãos e nos pés para bloquear temporariamente a sudorese. É um ótimo tratamento, com duração média de 9 meses, podendo variar entre 7 a 12 meses. Não há compensação da sudorese em outras áreas, como na cirurgia.

Simpatectomia torácica endoscópica (STE): em casos graves, que não respondem aos demais tratamentos, pode-se recomendar um procedimento cirúrgico executado por cirurgião torácico ou vascular. Sua melhor indicação é para os casos nos quais as palmas das mãos ou plantas dos pés são acometidas. A principal complicação é a hiperidrose compensatória.

Melasma

Melasma é uma condição que se caracteriza pelo surgimento de manchas escuras na pele, mais comumente na face, mas também pode acometer braços, pescoço e colo. O gatilho da doença se relaciona fortemente com a exposição a radiação solar, porém também sabe-se que luz visível, calor, fatores hormonais, uso de anticoncepcionais e alguns medicamentos e genética estão também relacionados.

A gestação é um período comum de surgimento do melasma, devendo a gestante receber orientação adequada sobre o uso de protetor solar e rotina com clareadores liberados durante os nove meses.

O dermatologista é o profissional mais indicado para diagnosticar e tratar o melasma. Os tratamentos variam, mas sempre compreendem orientações de proteção contra raios ultravioleta e à luz visível, que deve ser redobrada quando se inicia o tratamento. As terapias disponíveis sempre prevêem um conjunto de medidas para clarear, estabilizar e impedir que a mancha volte.

Dentre os procedimentos mais realizados estão aplicações de lasers com drug delivery, microagulhamento, radiofrequência microagulhada e LED.

O tratamento sempre deve vir acompanhado de uma rotina de cuidados em casa adequada, além da possibilidade de uso de antixoxidantes orais.

Micoses

Micoses são infecções causadas por fungos que atingem a pele, as unhas e os cabelos.
São exemplos de micoses superficiais a pitiríase versicolor, as tineas, a candidíase e as onicomicoses.

Pitiríase Versicolor: Doença muito comum, especialmente entre jovens, com tendência a recorrência. Indivíduos de pele oleosa são mais susceptíveis a apresentar esse tipo de micose, também conhecida como micose de praia ou pano branco, e que é causada por fungos do gênero Malassezia.

Tinea (tinhas): Doenças causadas por um grupo de fungos que vive às custas da queratina da pele, pelos e unhas.

Candidíase: Infecção que pode comprometer isoladamente ou conjuntamente a pele, mucosas e unhas. É um fungo oportunista, assim, existem situações que favorecem seu desenvolvimento, como baixa da imunidade, uso prolongado de antibióticos, diabetes e situação de umidade e calor.

Onicomicoses: Principal causa de alteração ungueal vista no consultório. Acomete tanto as unhas dos pés quanto as das mãos. São raras na infância com predomínio no adulto maior de 55 anos. Geralmente, a unha se descola do leito e se torna mais espessa. Pode também haver mudança na coloração e na forma.

Na suspeita de micose deve-se procurar auxílio médico. Os médicos dermatologistas possuem treinamento especializado e atualizado para diagnosticar e tratar as micoses. As medicações podem ser tópicas ou orais e o tratamento pode durar algumas semanas ou até mesmo meses, a depender da condição e do local infectado.

Hábitos higiênicos são importantes na prevenção das micoses. Usar somente o próprio material ao ir à manicure. Secar-se sempre muito bem após o banho, principalmente nas dobras. Evitar andar descalço em locais que sempre estão úmidos, como vestiários, saunas e lava-pés de piscinas. Não ficar com roupas molhadas por muito tempo. Não compartilhar toalhas, roupas, escovas de cabelo e bonés, pois esses objetos podem transmitir doenças. Não usar calçados fechados por longos períodos e optar pelos mais largos e ventilados. Evitar roupas muito quentes e justas e aquelas feitas em tecidos sintéticos, pois não absorvem o suor, prejudicando a transpiração da pele.

Nevos (pintas)

Conhecidas cientificamente por nevos melanocíticos, as pintas são lesões de pele pigmentadas que podem surgir em qualquer fase da vida e podem ter cores, formas e tamanhos diferentes, bem como apresentar pelos.
A grande maioria dos nevos é benigna, porém alguns podem se transformar em câncer de pele. O conceito de que pintas de nascença são benignas nem sempre é verdadeiro, principalmente nos nevos gigantes.

Geralmente, as pintas começam a aparecer na infância. Tendem a aumentar em quantidade até a meia idade, quando podem diminuir. Predisposição genética e exposição ao sol são os fatores que fazem com que algumas pessoas tenham mais pintas do que outras.

O melanoma, tipo agressivo de câncer de pele, pode se parecer com uma pinta. Uma das formas de facilitar o diagnóstico precoce do melanoma é realizar mensalmente o autoexame da pele, seguindo a regra ABCDE para avaliar a aparência das pintas:

Assimetria: a metade da pinta não se parece com a outra metade.

Bordas irregulares: as pintas são dentadas, chanfradas, com sulcos.

Cores: a coloração não é a mesma em toda a pinta, há diferentes tons de marrom, preto e, às vezes, azul, vermelho ou branco.

Diâmetro: a pinta é maior do que 5 mm (0,5 cm).

Evolução: mudanças da aparência ou crescimento rápido de uma pinta.

Na presença de uma ou mais dessas alterações, as lesões pigmentadas da pele passam a ser consideradas suspeitas de malignidade (câncer). Uma avaliação dermatológica é extremamente importante. A recomendação é a consulta anual para exame físico de todo o corpo, incluindo toda a pele, cabelos e unhas.
Observe constantemente sua pele. Caso identifique qualquer alteração, procure imediatamente um dermatologista. O autoexame não substitui a avaliação por um profissional em hipótese alguma.

Psoríase

Doença de pele inflamatória e não contagiosa, relacionada ao sistema imune, interações com o ambiente e suscetibilidade genética. Caracterizada por placas avermelhadas e escamativas, que podem acometer todo o corpo mas com um amplo espectro de lesões. É frequente sua associação com artrite psoriática, doenças cardiometabólicas, gastrointestinais e distúrbios do humor.

O dermatologista é apto a identificar a doença, classificá-la e indicar a opção terapêutica. Dependendo do tipo e gravidade da doença, existe uma melhor resposta a um tipo de tratamento.

Hoje, as possibilidades vão desde a tratamentos tópicos, medicações orais, fototerapia e tratamentos biológicos. Já é possível viver com uma pele sem ou quase sem lesões, independentemente da gravidade da psoríase.

O acompanhamento se faz constante, promovendo melhorias dos hábitos de vida e em conjunto com outras especialidades, promovendo cuidado amplo do indivíduo.

Rosácea

É uma doença vascular inflamatória crônica, com remissões e exarcebações. Há uma predisposição individual (mais comum em brancos e descendentes de europeus) que pode ser familiar (30% dos casos têm uma história familiar positiva), evidenciando uma possível base genética.

Caracteriza-se por uma pele sensível, geralmente mais seca, que começa a ficar eritematosa (vermelha) facilmente, podendo se irritar com ácidos e produtos dermatológicos, no geral. Aos poucos, aparecem vasos finos (telangiectasias), pápulas e pústulas que lembram a acne, podendo ocorrer edemas e nódulos.
Atenção, pois é comum a ocorrência de sintomas oculares, de olho seco e sensível à inflamação nas bordas palpebrais (blefarite).


As fases de piora podem ser desencadeadas por estresse, alteração de alimentação, estação do ano, exposição exagerada ao sol, uso de cosméticos, alguns medicamentos, ingesta de bebida alcoólica, dentre outros.

Não há cura para a rosácea, mas há tratamento e controle, com muitos avanços recentes. Além de uma rotina de cuidados com a pele diária voltada pra sua condição e uso de protetor solar diariamente, outros tratamentos podem ser indicados, incluindo uso de medicamentos orais e tópicos.
A luz pulsada e alguns lasers são excelentes para tratamento das telangiectasias (vasinhos) e o aspecto avermelhado do rosto. As sessões são realizadas com intervalo periódico, com melhora visível desde a primeira sessão.

Verruga viral

Verrugas são proliferações benignas da pele causadas pelo papilomavírus humano (HPV). A transmissão do HPV ocorre por contato direto com pessoas e/ou objetos infectados. Pequenas feridas são necessárias para a inoculação do HPV, motivo pelo qual as verrugas são mais comuns em áreas de traumas, sendo possível ocorrer a autoinoculação.

O pico de incidência ocorre entre 12 e 16 anos. Após o contato, pode demorar semanas a meses para as lesões aparecerem. Podem ocorrer em todo o corpo, mas comumente em plantas dos pés e mãos, áreas genitais, face e pescoço.

As verrugas podem involuir espontaneamente, dentro de meses, ou persistir por anos. Crianças, geralmente, se curam sem necessidade de medicação, entretanto, por causa do risco de disseminação do vírus para outras pessoas e o surgimento de novas lesões no próprio indivíduo pela autocontaminação, seu tratamento é recomendado. Já nos adultos, as verrugas não costumam desaparecer sem tratamento.

Existem diferentes modalidades terapêuticas. São usados tanto medicamentos tópicos, até procedimentos cirúrgicos. As verrugas anogenitais são mais difíceis de serem tratadas e o acompanhamento com Urologista e Ginecologista se fazem fundamentais.

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